Aprendemos desde cedo que, para vivermos em sociedade, é preciso respeitar o espaço do outro e colaborar para a paz comum, pelo menos, no bairro onde mora. Aquela popular frase que diz que o meu direito termina quando começa o do outro é muito sábia, mesmo que tão simples. Porém, apesar de ser tão conhecida, o que diz essa frase não é muito praticado, porque, às vezes, o que prevalece é o egoísmo e o individualismo. O que importa é que ela continua sendo ensinada nas escolas, até que um dia seja exercida 100% na prática. E a cidadania e o respeito ao direito do próximo em uma sociedade democrática são os temas do artigo XXIX da Declaração Universal dos Direitos Humanos:
Artigo XXIX
1. Toda pessoa tem deveres para com a comunidade, em que o livre e pleno desenvolvimento de sua personalidade é possível.
2. No exercício de seus direitos e liberdades, toda pessoa estará sujeita apenas às limitações determinadas pela lei, exclusivamente com o fim de assegurar o devido reconhecimento e respeito dos direitos e liberdades de outrem e de satisfazer às justas exigências da moral, da ordem pública e do bem-estar de uma sociedade democrática.
3. Esses direitos e liberdades não podem, em hipótese alguma, ser exercidos contrariamente aos propósitos e princípios das Nações Unidas.
Caso você (ou alguém conhecido) tenha sofrido algum tipo de abuso a um dos direitos contidos na Declaração, denuncie. Entre em contato conosco pelo e-mail contato@aqueimaroupa.com.br. Sua identidade será mantida em sigilo.
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como na historia do beija-flor, vejo que essa expressão pode ser separatista…quando dizemos que “o meu direito termina onde começa o do outro” pode ser interpretada de uma forma que, mesmo inconscientemente, as pessoas não pratiquem, pois queremos ter direito sempre…e o temos…não é preciso terminar meu direito para começar o seu…o direito de todos deve ser praticado por todos, juntos…então, seria mais interessante dizer que “o meu direito e o seu direito devem coexistir”
@josé abbade Ô, poeta Abbade, e não é que você tem razão?…O problema é que a gente sempre quer sobrepor os próprios direitos aos dos outros, né? Como você diz, interessante seria a coexistência pacífica, sem ninguém usurpar o direito de ninguém. Será que nós, humanos, conseguiríamos isso?
Querida Jaciara, sua fala me lembrou o poema de Drummond “o homem-as viagens” onde ele diz que o homem tenta colonizar todo o universo, esquecendo da “dangerosíssima viagem de si a si mesmo”. leia esse poema!!!! é maravilhoso.
Aliás, sinto falta de uma coluna literária, com poemas e contos sobre os temas abordados no site…que tal?
E, mais uma vez, PARABÉNS pelo evento!A galera do á queima roupa é quente mesmo!
@josé abbade Valeu, poeta. Mas, não esqueça, você é parte do AQR também. Vamos pensar na sua sugestão. Até porque, tenho certeza de que, entre nossos leitores deve haver muitos poetas ávidos por mostrar sua produção literária, não é?
CARALHO
Prezada Flávia Vasconcelos:
Quero dividir contigo uma afilção: Fui vitima de retalheamanento e exclusão de uma comunidade religiosa, porque divulguei criticas a publico no blog, mencionando a entidade responsável por irregularidades. Porque não me foram atendidas diversas solicitações de esclarecimentos, externei no blog a minha indignação, como tantos outros vinham fazendo, generalizei sem citar nomes de pessoas. Como não fui atendida, levei a juizo no Foro competente. Antes mesmo de ser levada adiante a demanda, resolveram me excluiram me excluir, com ameaças de excomunhão e processos, sabe-se somente com a finalidade de tornar sem efeito a minha soicitação judicial (dar nulidade ao processo pela falta do interesse). Me chamaram em particular para me humilhar e ameaçar exigindo confissão e retratação pública o que não aceitei, Essa tem sido uma caracteristica da longa história de abuso de poder e atitudes equivocadas desta institução. Solicito orientação. Agradeço desde já.
Atenciosamente
Fátima – POA/RS