Artigo XXIX: o meu direito termina quando começa o do outro

Especial


Aprendemos desde cedo que, para vivermos em sociedade, é preciso respeitar o espaço do outro e colaborar para a paz comum, pelo menos, no bairro onde mora. Aquela popular frase que diz que o meu direito termina quando começa o do outro é muito sábia, mesmo que tão simples. Porém, apesar de ser tão conhecida, o que diz essa frase não é muito praticado, porque, às vezes, o que prevalece é o egoísmo e o individualismo. O que importa é que ela continua sendo ensinada nas escolas, até que um dia seja exercida 100% na prática. E a cidadania e o respeito ao direito do próximo em uma sociedade democrática são os temas do artigo XXIX da Declaração Universal dos Direitos Humanos:

Foto: Ricardo Lopes/ PMM

Artigo XXIX

1. Toda pessoa tem deveres para com a comunidade, em que o livre e pleno desenvolvimento de sua personalidade é possível.

2. No exercício de seus direitos e liberdades, toda pessoa estará sujeita apenas às limitações determinadas pela lei, exclusivamente com o fim de assegurar o devido reconhecimento e respeito dos direitos e liberdades de outrem e de satisfazer às justas exigências da moral, da ordem pública e do bem-estar de uma sociedade democrática.

3. Esses direitos e liberdades não podem, em hipótese alguma, ser exercidos contrariamente aos propósitos e princípios das Nações Unidas.


Caso você (ou alguém conhecido) tenha sofrido algum tipo de abuso a um dos direitos contidos na Declaração, denuncie. Entre em contato conosco pelo e-mail contato@aqueimaroupa.com.br. Sua identidade será mantida em sigilo.

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Sobre Flavia Vasconcelos

Flavia Vasconcelos (flavia@aqueimaroupa.com.br) ingressou na Unijorge em 2004, iniciando o curso de Comunicação Social em Jornalismo, finalizando em abril de 2008. Atua na área de jornalismo cultural, produzindo e prestando assessoria de comunicação em eventos culturais (exposições, festivais). Foi assistente de direção do Festival Nacional A Gosto da Fotografia e coordena, junto com o fotógrafo Marcelo Reis, o Projeto Modos de Ver. Adepta do jornalismo literário e humanista, é autora do livro-reportagem Jornaleiros Militantes, feito para trabalho de conclusão de curso de graduação. Pretende seguir carreira no jornalismo literário.