Brasileirão: Bahia empata fora com o Figueirense

Na marca do pênalti


Vander saiu do banco para marcar um belo gol e empatar a partida Foto (Cristiano Andujar/AGIF/AE)

 

 

Não foi aquele São João farto com os três pontos que a torcida queria, mas o pontinho conquistado no 1 a 1, em Florianópolis, contra o Figueirense, já deu para abrir o apetite.

Foi um jogo meio sem graça, sem muitas emoções. Bahia e Figueirense não empolgaram seus torcedores. Bom para o Bahia, que fez seu papel como visitante e beliscou ponto, pior para o time da casa, que desperdiçou a chance de vencer frente à sua torcida.

A primeira etapa teve um Bahia bem postado em campo, sem deixar o Figueira apertar o parafuso. A correria de Jones e a boa movimentação de Elias fizeram o tricolor baiano chegar algumas vezes com perigo ao gol adversário. Já o time catarinense tentava com jogadas forçadas e bolas alçadas na área, mas esbarrava na boa estreia de Lucas Fonseca, na segurança de Danny Morais e nas defesas milagrosas de Marcelo Lomba.

Já a outra cara nova do Bahia em campo, o meia atacante Mancini, teve uma participação mais modesta. Ele até tentou tabelar, chutar a gol, dar passes, mas a falta de ritmo pesou e não deu para mostrar grande coisa.

O empate sem gols na primeira etapa deve-se colocar na conta o árbitro Heber Roberto Lopes. O cara simplesmente não marcou um pênalti claro a favor do Esquadrão. Mancini recebeu na grande área e nitidamente foi tocado, mas o juíz paranaense ignorou. Certamente teria feito a diferença no resultado final.

Na segunda etapa as equipes voltaram numa pegada mais agressiva, para decidir o jogo, e foi o Figueirense que abriu o placar, aos sete minutos: Cobrança de escanteio desviada e Júlio César aproveitou a falha da zaga e entrou livre para empurrar para as redes, 1 a 0.

Após o gol sofrido, o Bahia tentou empurrar o adversário para seu campo. Falcão pensou rápido e mudou: Entraram Vander e Hélder, nos lugares de Júnior e Ávine. Em sua 220° partida, o lateral esquerdo fez uma péssima atuação.

A marcação tricolor melhorou, mas o Figueirense teve a chance de matar o jogo e, num lance incrível, por três vezes a bola teimou e não entrou. Marcelo Lomba, em duas delas, fez defesas que salvaram o Bahia da derrota.

Lulinha tambem entrou e o Bahia melhorou, tanto que, aos 34′, conseguiu o empate: Vander bateu bonito da entrada da área e marcou um belo gol, 1 a 1. Depois disso não teve tempo mais para muita coisa e o time de Falcão administrou o empate fora de casa.

Com esse resultado o Bahia caiu para a 15° colocação e encara, no próximo domingo (1°), às 16h, o Internacional, no estádio de Pituaçu.

 

Figueirense 1×1 Bahia – 6ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série A
Data: 24/06/2012
Local: estádio Orlando Scarpelli
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa/PR)
Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Ronan Marques da Rosa (SC)

Figueirense: Wilson; Pablo, Canuto, Anderson Conceição e Marquinhos; Ygor, Túlio e Almir (Luiz Fernando); Julio Cesar, Aloísio e Caio (Botti). Técnico – Argel Fucks

Bahia: Marcelo Lomba; Fabinho, Danny Morais, Lucas Fonseca e Ávine (Hélder); Fahel, Diones, Jones (Lulinha) e Mancini; Elias e Júnior (Vander). Técnico – Falcão

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Sobre Marcelo Issa

Marcelo Issa (marcelo@aqueimaroupa.com.br) Além de escrever para o AQR, Marcelo atualmente é Jornalista da Diretoria de Atenção Básica (DAB) da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (SESAB) e nas horas vagas, Músico. Trabalhou em conjunto com a Companhia de Desenvolvimento e Ação Social – CAR – da Secretaria de Agricultura do Estado da Bahia, para o Projeto Gente de Valor. Foi Reporter no Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (IRDEB), elaborou CLICS (jornais coorporativos) para empresas como KALANGO COMUNICAÇÃO INTEGRADA e BRASKEM. Atuou também na Assessoria de Comunicação da Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (PRODEB), na Assessoria do Instituto Educar e foi Assessor de Comunicação do compositor e pesquisador Paulo Costa Lima. Como Assessor de Imprensa trabalhou no 25° Simpósio Internacional de Disfunção e Patologia da (ATM). Como músico, Marcelo acompanhou a banda baiana NAVIO NEGREIRO durante sete anos, dois destes em turnê pela Europa, onde se apresentou com diversos artistas como a cabo verdiana Carmen Souza, a portuguesa Mariana Abrunheiro e o baixista Théo Pascal. Atualmente faz parte do Grupo CANTO IN VERSO.