Bom anfitrião: Bahia empata mais uma em casa

Na marca do pênalti


O torcedor está indignado com a situação do Bahia na Série A

 

Um jogo típico de quem esta ensaiando jogar a Série B de 2013, essa foi a partida que Bahia e Portuguesa empataram em 0×0, desempenhando um futebol pífio, ridículo e de baixa qualidade para os presentes no Estádio de Pituaçu.

O time baiano segue sua sina de não jogar bem em seus domínios, deixando seu torcedor retado da vida. O primeiro tempo foi tão ruim, que quase não dá para falar em melhores momentos. a torcida do Bahia tem que ter um saco do tamanho do amor que tem ao clube, sabe por que? Porque para aguentar esse bando de jogadores sem qualidade derrubando o Bahia para a segunda divisão, realmente precisa ter muita paciência.

Àvine e Júnior são os piores exemplos a serem citados. A coisa é tão nítida que, ao final dos primeiros 45°, o técnico Caio Júnior sacou os dois, que não estavam jogando absolutamente nada, e entrou com Gabriel e Rafael . O time até que ficou menos ruim e tentou algumas jogadas de velocidade, mas o Bahia parecia cochilar em campo, a tal “alma” citada por Caio Júnior, em nenhum momento apareceu em campo.

O garoto Rafael em dois lances fez mais que Júnior em todo o primeiro tempo. Porém, perdeu as oportunidades, que foram as melhores até aquele momento do jogo, aos 15′. A Lusa tambem assustou. Com o time exposto, o Esquadrão dava espaços e a Portuguesa chegava até com certa facilidade, numa delas, enfiou uma bomba no travessão de Lomba, aos 27′.

Os quase 10 mil pagantes que foram a Pituaçu, numa quarta-feira chuvosa, passaram a vaiar e a protestar ainda com mais contundência. Caio Júnior olhava para o banco e não via solução. Fez o que tinha que fazer e promoveu a estreia de Ryder. De nada adiantou.

O Bahia de hoje em dia é um time desinteressado, com uma preguiça desgraçada e que não busca o resultado. Para a Lusa, um ponto fora de casa ficou de bom tamanho. Sabe quem é que sofre com tudo isso? O apaixonado e fiel torcedor tricolor, que vai rezar para sábado, às 18h30, contra o Cruzeiro, novamente em Pituaçu, ver seu time voltar a vencer, já que há quase dois meses não consegue esse feito.

E foi isso, mais um vacilo em casa, mais um empate e as já costumeiras vaias que soam das arquibancadas de Pituaçu. O Bahia segue em ritmo acelerado à segunda divisão do futebol brasileiro. Momentaneamente é o 18° na tabela e ainda pode perder posição para o Figueirense, que joga neste momento contra o Flamengo.

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Sobre Marcelo Issa

Marcelo Issa (marcelo@aqueimaroupa.com.br) Além de escrever para o AQR, Marcelo atualmente é Jornalista da Diretoria de Atenção Básica (DAB) da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (SESAB) e nas horas vagas, Músico. Trabalhou em conjunto com a Companhia de Desenvolvimento e Ação Social – CAR – da Secretaria de Agricultura do Estado da Bahia, para o Projeto Gente de Valor. Foi Reporter no Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (IRDEB), elaborou CLICS (jornais coorporativos) para empresas como KALANGO COMUNICAÇÃO INTEGRADA e BRASKEM. Atuou também na Assessoria de Comunicação da Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (PRODEB), na Assessoria do Instituto Educar e foi Assessor de Comunicação do compositor e pesquisador Paulo Costa Lima. Como Assessor de Imprensa trabalhou no 25° Simpósio Internacional de Disfunção e Patologia da (ATM). Como músico, Marcelo acompanhou a banda baiana NAVIO NEGREIRO durante sete anos, dois destes em turnê pela Europa, onde se apresentou com diversos artistas como a cabo verdiana Carmen Souza, a portuguesa Mariana Abrunheiro e o baixista Théo Pascal. Atualmente faz parte do Grupo CANTO IN VERSO.