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Cena antológica do filme "Karatê Kid"
Rocky Balboa, Karatê Kid, ou mais atual, Kung-Fu Panda. Sim, estes são todos filmes de luta, embora de modalidades diferentes, trazem (quase sempre) algo muito peculiar. Repare só: acompanhamos o enredo todo, desenvolvendo uma afeição pelo possível mocinho, ou somos induzidos para tal. Vemos toda a dificuldade deste pobre “ser”, na jornada de superação e esperamos com muita fé que este dê a volta por cima – coisa que nem sempre conseguimos e por isso é tão bonito na telona. Quase sempre, estes personagens chegam na mão do mestre quase sem saber dar um soco pra intimidar nem que seja o vento, mas, depois de uma jornada quase desumana de sacrifício, se tornam (pelo menos) um bom lutador. Mas, é preciso mais! Precisa vencer o grande rival, aquele mesmo que nunca perdeu pra ninguém, campeão de tudo e que está ali só para “cumprir tabela”, com um palitinho na boca e olhando-o com desprezo.
E daí, começa a luta! E, depois de apanhar até ficar à “beira da morte”, eis que – de repente – há o suspiro, uma ponta de esperança, uma lembrança de um ensinamento, da morte de um amigo, seja lá o que for, surge uma força que vem não sei de onde e (de repente) desfere um golpe final que leva o grande rival a lona! E então, ficamos com a alma lavada, por ver que o mais fraco pode se superar e ser campeão perante a arrogância e falta de humildade dos “imbatíveis”, só por confiar em si mesmo! Ontem, não poderia ter sido o Esporte Clube Vitória, o ator principal? Leia mais…
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