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O jornalista Carlos Amorim, autor de Assalto ao Poder – o crime organizado (Editora Record), estará autografando seu livro e participando de um debate no shopping do Leblon, Zona Sul do Rio, na próxima segunda-feira (13). Ao longo da sua trajetória profissional, ele ocupou cargos importantes: dirigiu o jornalismo do SBT no Rio de Janeiro e foi diretor de divisão da Rede Globo (Fantástico, Globo Repórter, os telejornais e eventos especiais). Em 2004, criou na TV Record o programa Domingo Espetacular.
Ao contrário do que ocorre na maioria dos casos de jornalistas que conseguiram alcançar cargos de comando, Carlos Amorim jamais abandonou sua alma de repórter, nem tampouco virou um áulico do poder. Leia mais…
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A propaganda política no rádio e na tevê, que começou na última terça-feira, e vai durar até 30 de setembro, deixou claro que, ao contrário das afirmações de alguns comentaristas políticos, a luta de classes não morreu.
Quem acompanha com atenção o discurso de José Serra, o candidato tucano à presidência da República, certamente já notou sua tentativa de passar uma imagem mais informal, de característica popular.
No debate realizado pela TV Bandeirantes e em outras participações do candidato na tevê – no Jornal Nacional da TV Globo, por exemplo - Serra tem falado a respeito da sua biografia e, com uma ênfase toda especial, ressalta sua origem humilde. Espera-se que não faça comparações, nesse campo, com o presidente Lula.
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Fátima Souza, repórter policial a tevê Record.
Autora de PCC - A Facção (Editora Record), a jornalista Fátima Souza está escrevendo seu segundo livro sobre o tema. Primeira repórter a denunciar a existência da facção criminosa, que parou São Paulo em maio de 2006, num furo de reportagem em 1997, foi desmentida pelo governo do estado, que tentou esconder o problema enquanto foi possível.
Formada em jornalismo pela Faculdade Integradas Alcântara Machado, éla iniciou a carreira no SBT – Sistema Brasileiro de Televisão – fazendo reportagens gerais. Mas, sempre sonhou em trabalhar na reportagem policial. Perseverante, após diversos pedidos ao seu chefe nesse sentido, um dia foi designada para cobrir um caso policial.. “Além de mostrar que tinha “tino” para a tarefa, e a receptividade das pessoas que assistiam ao jornal do SBT foi muito grande. Muitas ligaram para a tevê e disseram que adoraram ver uma mulher fazendo reportagem policial. Há 25 anos, mulher não fazia matéria de polícia. As chefias achavam ‘perigoso’, além do que as pessoas estavam acostumadas a assistir homens desempenhando esse tipo trabalho”, relembra.
Nesta entrevista exclusiva para o À Queima Roupa, Fátima Souza, que atualmente trabalha na TV Record, fala sobre o crescimento do PCC (Primeiro Comando da Capital), algumas das suas articulações da facção com o mundo do crime e ressalta o que considera as três qualidades importantes num repórter de polícia. Confira.
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Um ano depois de ter fugido da Ilha Grande, presídio em Angra dos Reis, Rio de Janeiro, José Jorge Saldanha, o Zé Bigode, um dos precursores do Comando Vermelho, foi localizado pela polícia em um apartamento do Conjunto dos Bancários, na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio. Numa demonstração explícita de despreparo operacional, na tentativa de prendê-lo a polícia reuniu no local 400 policiais. Após 12 horas de tiroteio, e de um apartamento destruído, Zé Bigode acabou morto, o mesmo ocorrendo com três policiais.
O fato relatado acima faz parte do livro aubiográfico de William da Silva Lima, o Professor, um dos fundadores do Comando Vermelho, que dá título ao filme de Caco Souza, cuja estreia ocorreu na última sexta-feira. É a história do crime organizado no Rio, entre as décadas de 1970 e 1980. A convivência de presos políticos e presos comuns, assaltantes de bancos, ambos enquadrados, pela ditadura militar, na Lei de Segurança Nacional.
Com um elenco bem azeitado e com boa atuação de todo o elenco, o filme retrata com objetividade o modo de ação e determinadas características dos marginais da época. E, ao contrário da afirmação de alguns críticos, Leia mais…
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O governo do Estado do Rio de Janeiro continua a ser pressionado para que instale câmeras nas viaturas policiais. O objetivo é tentar evitar casos de violência policial e extorsões. O assunto vem sendo debatido desde o ano passado. A Lei 5.588/2009 a respeito da instalação de câmeras de vídeo – que podem também gravar áudio – em carros da polícia, do deputado estadual Gilberto Palmares ( PT) foi considerada institucional pelo governador Sergio Cabral, pois não indica a fonte de recursos para a medida. Durante uma entrevista no último dia 28, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, disse que não há verba específica para a instalação das câmeras nas viaturas, e que na sua secretaria existem outras prioridades.
Na verdade, a questão da conveniência, ou não, da instalação das câmeras havia desaparecido do noticiário. Mas a polêmica veio à baila após o acidente que matou o filho da atriz Cissa Guimarães, no interior do Túnel Acústico, na Gávea, Zona Sul do Rio, durante a madrugada do último dia 20 – uma terça-feira.
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Salvador será palco, de amanhã (29) a sábado (31) da semifinal e final da Copa do Mundo de Judô por Equipes, no Centro de Convenções da Bahia. Irão participar os seguintes países: Coreia do Sul, Japão e Brasil, que se classificaram no último final de semana, quando foi realizada a fase classificatória em Minas Gerais, que contou, ainda com a França, Grã-Bretanha, Itália, Espanha e Portugal. Na equipe brasileira, o judoca baiano Maicon França, vai substituir Leandro Guilheiro – medalhista olímpico — que está machucado.
O primeiro judoca a conquistar uma medalha para o Brasil em Olimpíada foi Chiaki Ishi, em Munique, 1972 – categoria meio pesado. Leia mais…
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Hoje (26), a Chacina de Acari completa 20 anos. No dia 26 de julho de 1990, onze pessoas – entre elas, oito menores e três mulheres, a maioria moradores da favela de Acari, zona norte do Rio – foram retiradas de um sítio no município de Magé, região metropolitana do Rio de Janeiro, e executadas por um grupo que se identificou como policiais.
Os onze teriam viajado para Magé com o objetivo de fugir de policiais que estavam tentando extorquir dinheiro de alguns deles que, supostamente, estariam envolvidos com roubos de cargas de caminhão. A chacina continua impune. Os corpos jamais foram achados, nem tampouco os policiais punidos. Bandidos ou não, ninguém tem o direito de fazer justiça com as próprias mãos. Leia mais…
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Serra foi chamado de mentiroso pelas centrais sindicais
No futebol, o zagueiro de poucos recursos técnicos costuma recorrer ao jogo violento para intimidar ou parar o adversário. No campo da política não é muito diferente. Quando o político não tem projetos nem criatividade, passa a criticar o adversário de forma sistemática. É o que tem feito o candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra.
Em flagrante desvantagem diante da candidata petista Dilma Rousseff, Serra tem demonstrado que está completamente perdido. E aí apela para o jogo bruto e o destempero verbal, quando discute com repórteres que, na sua avaliação, fazem perguntas que não são do seu agrado. Vingativo, costuma ligar para os patrões dos veículos de comunicação de massa e pede a cabeça do repórter.
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Na manhã da última quarta-feira, após terminar uma aula, enquanto aguardava alguns minutos para iniciar outra, toca o telefone. Era uma amiga jornalista, que me passou a seguinte informação: o Jornal do Brasil vai fechar as portas. Funcionará apenas na versão on-line – disse em tom de lamento.
Na verdade, a notícia não chegou a ser uma surpresa, pois já há alguns anos o jornal vivia uma crise, com um quadro reduzido de jornalistas. Com o seu fechamento, passa a fazer parte da lista de jornais que foram extintos no Rio de Janeiro. Apenas para citar os mais recentes, temos a Última Hora, Tribuna da Imprensa e Gazeta Mercantil, especializado em economia.
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Qual a relação entre a Inquisição a as práticas policiais atuais no Brasil? Presunção de culpa e o uso da tortura. Cobertura que a mídia oferece das ações policiais. Polícia comunitária e a realidade social e policial na qual está assentada tal política. Abordagem da influência dos procedimentos e valores inquisitoriais nos critérios de investigações policiais, a partir de uma perspectiva de dois romances do gênero policial – O Nome da Rosa de Umberto Eco e o Xangô de Baker Street de Jô Soares. Condições de trabalho e os casos de suicídio no contexto policial.
Os temas descritos acima, entre outros, fazem parte do livro Políticas Públicas de Segurança e Práticas Policiais no Brasil, editora da Universidade Federal Fluminense, localizada no município de Niterói, Região Metropolitana do Rio.
Trata-se de uma contribuição acadêmica do que significa ser policial no Brasil, mais especialmente, no Estado do Rio de Janeiro, a partir de monografias de conclusão do Curso de Especialização em Justiça Criminal e Segurança Pública, defendidas pelos alunos nos anos de 2003 a 2006. Organizado por Lenin Pires e Lucia Eilbaum, o livro contém 556 páginas e 13 capítulos.
De acordo com os organizadores do livro, apesar das diferenças, em última instância, todos os autores buscam chegar por diferentes caminhos a uma mesma questão: que polícia temos e que polícia queremos no Brasil ?
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