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Arquivo de 2, fevereiro, 2010

Polícia mata dois suspeitos de assalto

2, fevereiro, 2010 Jaciara Santos Sem comentários
Circulando

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A galera da Rondesp não está pra brincadeira, hein? Hoje (2) à tarde mostrou mais uma vez porque é chamada de “o rodo” da Polícia Militar: não deu mole num alegado tiroteio em que, no final da tarde, morreram dois suspeitos de crime, na área da Barra. A versão oficial diz que a dupla estava com mais dois comparsas, armados e em duas motocicletas, “barbarizando” ali pelas bandas da Avenida Centenário e bairros próximos, tendo assaltado várias pessoas.

Acionada por anônimos, a polícia resolveu dar uma resposta dura: numa ação integrada, rumaram para o local policiais militares da Rondesp-Atlântico e policiais civis da 14ª CP (Barra). Ainda segundo a versão oficial, dois dos quatro suspeitos (ainda não identificados) teriam entrado em confronto com a polícia e terminaram sendo mortos. Os outros dois conseguiram fugir. Não houve baixas entre os policiais.

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Festa no mar e lixo na praia

2, fevereiro, 2010 José Abbade 2 comentários
Com a palavra...

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Instituto Verdecicla*
 
Hoje acontece em todas as praias brasileiras uma das maiores manisfestações religiosas, a Festa de Iemanjá, que tem por tradição presentear “a rainha do mar” com objetos e alimentos.
 
 
Mas, quem já teve oportunidade de ir à praia no dia seguinte, com certeza, deve ter ficado horrorizado com tanto lixo. Pode-se encontrar todo o tipo de material que não se decompõe facilmente como vidros de perfume, pentes, sacolas plásticas etc que contribuem para impactos ambientais como morte dos animais marinhos.
 
Estima-se que o lixo acumulado nos mares seja o responsável direto pela morte de 1 milhão de aves e mamíferos marinhos por ano. Golfinhos, focas e tartarugas engolem sacos plásticos e morrem sufocados.

Mercado do Peixe “na chon” e, durante 10 anos, “na schin”

2, fevereiro, 2010 José Abbade 4 comentários
Infinito Cotidiano

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Projeto do Novo Mercado do Peixe

Iemanjá acordou mais triste este ano. Ao vir pra beira do mar receber homenagens pelo seu dia, não mais avistou o Mercado do Peixe, ícone da boemia do (também boêmio) bairro do Rio Vermelho.

O complexo de boxes, bares e diversão madrugadeira foi demolido EM PLENO VERÃO… É bem verdade que suas instalações estavam “pedindo socorro”,  mas… por que não fizeram antes? Hoje, dia 02 de fevereiro, seria uma excelente data para inauguração…mas acho alguns preferem o mês de outubro…ainda mais neste ano de 2010…será numerologia? “ELES SÃO” DEMAIS.

O mais curioso é que a demolição não teve grande repercussão na mídia e garanto que hoje mesmo, muitos irão se espantar com o novo cenário.

Por ser responsável pelo financiamento das obras,  a Schincariol terá exclusividade durante 10 anos Leia mais…

Dia de festa no Rio Vermelho

2, fevereiro, 2010 Flavia Vasconcelos 1 comentário
Circulando

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A rainha das águas, Iemanjá. Foto: Marcelo Reis.

“Dois de fevereiro, é dia de Iemanjá, levo-te oferendas para lhe ofertar… ” Dorival Caymmi

Tradicionalmente, todo dia 2 de fevereiro, as águas do mar do Rio Vermelho são destino certo de baianos e turistas que homenageiam, com oferendas, a rainha Iemanjá. Segundo informações do A TARDE, cerca de 400 mil pessoas são esperadas para a festa.

Às 4h30 houve a alvorada e desde às 5h, os devotos chegam para depositar seus presentes à mãe de todos os orixás, nos 300 balaios que estão no barracão dos pescadores. Como todo ano, no fim da tarde, os pescadores saem em alto mar, para “entregar” as oferendas à homenageada.

Além da entrega das oferendas, a festa também é marcada por elementos da cultura baiana como samba de roda, grupos de capoeira, blocos afros, fanfarras e grupos fantasiados.

Iemanjá

Iemanjá ou Yemanjá é um orixá africano, cujo nome deriva da expressão Iorubá “Yèyé omo ejá” (“Mãe cujos filhos são peixes”). É conhecida também por Janaína e Mãe D’Água e referida como sendo a rainha do mar.

As faces do crime

2, fevereiro, 2010 Arlita Santana 5 comentários
É de lei!

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Teste do bafômetro indica o nível de álcool no sangue, mas o motorista não é obrigado a fazer

Aos olhos da lei, os crimes contra a vida são comumente classificados como culposo e doloso. Num exemplo singelo, significa dizer que se uma pessoa morre ao cair do 10º andar, no desenrolar de uma briga, e ficar comprovado que foi acidente, o adversário responderá por crime culposo, que pressupõe uma pena mais leve. Ou seja, existe a culpa, mas não a intenção de matar. A interpretação muda se ficar configurado que a vítima foi propositadamente atirada pela janela. Nesse caso, a intenção criminosa está clara, existe o dolo, e o réu deverá ficar uns bons anos recolhido em algum presídio.  Mas será que é tão óbvio assim? Porque, seguindo esse raciocínio, será considerado doloso todo crime cometido pelo motorista que dirige embriagado, pelo simples fato de que ele conhece os riscos a que está expondo terceiros e a si próprio. E o que diz a lei? Que esse cidadão faz o teste do bafômetro se quiser. Isso mesmo. É para não ferir um direito que lhe é assegurado, segundo o qual, “ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo”. E onde fica o direito da vítima à vida? Alguém lhe perguntou se concordava em ser atropelada? Ela disse que desejava morrer ou virar um vegetal pelo resto dos seus dias? Ou será que não está mais valendo aquele velho ensinamento que as mães passavam para os filhos, segundo o qual o direito de um termina quando começa o do outro?

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Emoção e paixão não excluem responsabilidade penal

2, fevereiro, 2010 Jaciara Santos 2 comentários
Com a palavra...

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Osvaldo Emanuel A. Alves*

Não é sem razão que sou obrigado a voltar ao assunto abordado em 5 de janeiro último no artigo  “Da paixão ao crime – quem ama pode matar?…”. É importante esclarecer que o Código Penal no artigo 28 assinala que a emoção e a paixão não excluem a imputabilidade penal. Entenda-se “imputabilidade” como sendo uma responsabilidade penal. Por sua vez, o parágrafo primeiro do artigo 121, que trata dos casos de diminuição da pena estabelece, para que essa possa ocorrer, torna-se necessário que o domínio da violência sobre a emoção ocorra logo em seguida à injusta provocação da vítima.

O professor Sebastian Scheerer ao afirmar “proibir não é controlar” nos remete para outra reflexão em torno da denominada Lei Maria da Penha – a Lei n° 11.340, de 07 de agosto de 2006 – estabelecendo uma série de regras protetivas e punitivas quanto aos crimes praticados contra a mulher. No entanto, observamos que a lei não consegue alcançar os objetivos para evitar que tragédias continuem ocorrendo a cada dia, pelo simples fato de que não consegue modificar comportamentos entre homens e mulheres, principalmente porque os homens ainda não aprenderam que a mulher não é objeto da sua propriedade Leia mais…