Bahia (sem brio e sem garra) perde mais uma

Envie este texto por e-mail para um amigo.

FUTEBOL INTERIOR: festa do Bragantino
“Queria ser considerado o pior jogador em campo e a equipe ter obtido um resultado positivo”. Foi com essas palavras que o goleiro do Esporte Clube Bahia reagiu aos repórteres que o entrevistaram ao final de Bragantino-SP 3 x 0 Bahia, ontem (17) à tarde, no Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista, município distante 90 quilômetros da capital. Apontado como o melhor atleta da partida, Marcelo não comemorou o feito. Saiu cabisbaixo e lamentou que seu esforço não tenha sido suficiente para evitar mais uma derrota da equipe. O desabafo também mostra que o problema do tricolor baiano é mais sério do que se imagina: mesmo a diretoria tendo regularizado algumas pendências financeiras, o time está abatido moralmente. É hora, portanto, de implementar ações capazes de resgatar o ânimo do grupo. O envolvimento de familiares e da diretoria no processo pode ser decisivo.
Vamos ao jogo. No primeiro tempo, o time se mostrou apático, sem nenhuma garra, exceção apenas para o goleiro que praticou defesas sensacionais, consagrando-se logo como o melhor em campo. O atacante Nadson era o retrato fiel do elenco: disperso e sem firmeza nas horas em que precisava decidir, deixou escapar duas belas oportunidades. Caso ele estivesse focado no jogo, não teria desperdiçado as jogadas, pois, como se sabe, é um matador. Os dois gols da primeira fase seguiram o script conhecido de quem joga contra o time de Bragança Paulista – o manjado “chuveirinho” na área para a cabeçada do centroavante, que, mesmo treinado durante toda a semana pelo técnico Paulo Bonamigo, não livrou o tricolor do fiasco.
O resultado final Bragantino 3 x 0 Bahia foi justo, pois o mandante da partida foi mais agressivo e procurou mais o gol, embora, tecnicamente, o elenco tricolor seja superior ao Braga. Bom, agora é vida que segue. Hoje na 18ª colocação, o tricolor está cada vez mais atolado na lama do rebaixamento. Somente o apoio da torcida e uma boa dose de motivação podem (será?) salvar o time de cair para a terceira divisão, uma vergonha para o esporte baiano como um todo. Mesmo contrariando alguns leitores, insisto na tese de que o torcedor tricolor tem que comparecer ao estádio de Pituaçu para puxar o time. Afinal, abandonar um doente em estado grave não é o melhor remédio.




























Bora Bahêêêaaaaaaaaaaaaaa p…!!!!!!!!!!! esse cutu tá duendo hein!!!!!!!!! rsrsrsrsrsrsrsrs…………………. valeu rubro negro.